peacecorps:

“This mother was one of the first women in my village to receive PMTC (Preventing Mother to Child Transmission) treatments. She is HIV positive and her baby Ausi Bonolo was born HIV negative. This photo was taken in a remote mountainous district of Lesotho, where over 23% of the population is infected with HIV/AIDS. With the increase health care opportunities in Lesotho, help of HIV support groups and village health care workers, Ausi Bonolo has a greater chance of growing up in an AIDS-free generation.” - Peace Corps HIV/AIDS Volunteer Pamela Rogers

TRADUÇÃO:
"Essa mãe foi uma das primeiras mulheres na minha aldeia a receber o tratamento do PMTC (Prevenção da Transmissão Materno-Infantil). Ela é HIV positivo (soropositivo) e seu bebê Ausi Bonolo nasceu HIV negativo (soronegativo). Esta foto foi tirada em um remoto distrito montanhoso do Lesoto, onde mais de 23% da população está infectada com HIV/AIDS. Com o aumento das oportunidades de saúde em Lesoto, ajuda de grupos de apoio ao HIV e trabalhadores de saúde da aldeia, Ausi Bonolo tem uma chance maior de crescer em uma geração sem AIDS." - Peace Corps HIV / AIDS Voluntário Pamela Rogers

peacecorps:

“This mother was one of the first women in my village to receive PMTC (Preventing Mother to Child Transmission) treatments. She is HIV positive and her baby Ausi Bonolo was born HIV negative. This photo was taken in a remote mountainous district of Lesotho, where over 23% of the population is infected with HIV/AIDS. With the increase health care opportunities in Lesotho, help of HIV support groups and village health care workers, Ausi Bonolo has a greater chance of growing up in an AIDS-free generation.” - Peace Corps HIV/AIDS Volunteer Pamela Rogers

TRADUÇÃO:

"Essa mãe foi uma das primeiras mulheres na minha aldeia a receber o tratamento do PMTC (Prevenção da Transmissão Materno-Infantil). Ela é HIV positivo (soropositivo) e seu bebê Ausi Bonolo nasceu HIV negativo (soronegativo). Esta foto foi tirada em um remoto distrito montanhoso do Lesoto, onde mais de 23% da população está infectada com HIV/AIDS. Com o aumento das oportunidades de saúde em Lesoto, ajuda de grupos de apoio ao HIV e trabalhadores de saúde da aldeia, Ausi Bonolo tem uma chance maior de crescer em uma geração sem AIDS." - Peace Corps HIV / AIDS Voluntário Pamela Rogers

78 notes

peacecorps:

“Despite having a relatively large population of deaf in Ghana, there is still very little awareness about deaf culture and extremely high levels of stigmatization. The deaf experience isolation and discrimination in their communities and even their own families.”

Peace Corps Volunteer Lauren Corke

56 notes

Música do cantor Magary Lord no rítimo do Kizomba.

Que dança é essa?

Kizomba é um género musical e de dança originário de Angola, erradamente confundido com o Zouk, devido ao ritmo ser muito semelhante. Em Portugal a palavra “kizomba” é usada para qualquer tipo de música derivada do zouk, mesmo que não seja de origem angolana. O Kizomba tem na sua origem o Semba, do qual evoluiu, passando de um ritmo mais tradicional, para um ritmo mais do agrado dos jovens, tornando-se uma mescla de ritmos e de sabores, uma dança plena de calor e de sensualidade que propicia uma verdadeira cumplicidade e empatia entre o par. Dançar Kizomba, é considerado como uma experiência única. Muito juntos ao pé um do outro, os parceiros movem-se de uma maneira sensual, onde conduzir e ser conduzido encontra uma nova dimensão.. As letras têm muitas vezes como base o tema da paixão. Ao ouvir o ritmo sensual, cada um dos pares move-se de forma suave. Uma dança a dois, quente, suave, contagiante e sensual, que propicia uma verdadeira cumplicidade entre os corpos. Os vários cantores de Kizomba incitam com as suas letras e ritmos contagiantes um ritmo cada vez mais quente e apaixonado. Ideal para se conquistar uma rapariga pela dança. Nos últimos tempos, especialmente em Angola tornou-se popular uma evolução, por assim dizer da Kizomba. O Kizomba é normalmente marcado por uma batida forte dada por tambor grave como o surdo, acompanhadas por uma melodia dada por um chimbal. Na introdução e durante as Bridge (music), a batida forte é muitas vezes omitida, ficando apenas a melodia dada pelo chimbal e pelos outros instrumentos da bateria.

A “língua” africana do Cafundó

Aline da Silva, 22 com seu filho Derik da Silva, de 4 meses, em sua casa de pau a pique. O salário de cerca de R$ 300 do marido de Aline sustenta a família com dificuldades

Os habitantes do bairro rural Cafundó,  situado no município de Salto de Pirapora (a 150km de São Paulo),   tem como língua materna o português, com uma variação regional identificada como dialeto caipira . O léxico da “língua” do Cafundó é de origem banto e quimbundo principalmente ( grupos responsáveis por terem enriquecidos o nosso vocabulário com palavras de origem africana) , e o papel social dessa “língua” é representá-los como africanos no Brasil.


O uso de vocabulários africanos no Brasil está quase sempre ligado a ritos e cerimônias somente, sendo incorporado de uma forma meio “passiva” (já que a língua viva está em constante transformação). No Cafundó, o uso desses vocabulários é muito mais ativo. A “língua” do Cafundó é utilizada em situações corriqueiras, na rotina e no dia-a-dia da população, de forma que o seu emprego independe de festas ou comemorações.

A influência africana na Língua Portuguesa

Você sabia, qual a extensão da influência africana no português brasileiro? Por quase trezentos anos, o Brasil recebeu milhares e milhares de africanos, aqui trazidos como escravos para o trabalho rural ou na mineração. Vieram negros de praticamente toda a África, mas deles destacam-se dois grandes grupos: o guineano-sudanês e o banto. Esses povos falavam muitas línguas, das quais quatro exerceram razoável influência na nossa. Do primeiro grupo, podemos mencionar o iorubá ou nagô (Nigéria) e o eue ou jeje (Benim). Do segundo, o quimbundo (Angola) e o quicongo .(Congo).

Uma série extensa de palavras oriundas dessas línguas incorporaram-se ao nosso léxico, especialmente as relativas a:·

  • Divindades, conceitos e práticas religiosas , ainda hoje utilizadas na Umbanda, Quimbanda e Candomblé (inclusive essas três palavras) - Oxalá, Ogum, Iemanjá, Xangô, pombajira, macumba, axé, mandinga, canjerê, gongá ( ou congá); ·
  • comidas e bebidas (muitas delas, originariamente, comidas e bebidas-de-santo, que depois se popularizaram na nossa culinária, notadamente na baiana) - Quitute, vatapá, acarajé, caruru, mungunzá, quibebe, farofa, quindim, canjica e possivelmente cachaça; ·
  • topônimos , isto é, nomes de lugares e locais - Caxambu, Carangola, Bangu, Guandu, Muzambinho, S. Luís do Quitunde; cacimba, quilombo, mocambo, murundu, senzala; ·
  • roupas, danças e instrumentos musicais - Tanga, miçanga, caxambu, jongo, lundu, maxixe, samba, marimba, macumba (antigo instrumento de percussão) , berimbau;
  • animais, plantas e frutos - Camundongo, caxinguelê, mangangá, marimbondo, mutamba, dendê, jiló, quiabo;
  • deformidades, doenças, partes do corpo - Cacunda, capenga, calombo, caxumba, banguela, calundu, bunda.
Enquanto a grande maioria dessas palavras entrou há muito tempo na língua, uma outra é de chegada mais recente: rastafari , em que o elemento de origem árabe ras é título de chefe etíope (da Etiópia, Nordeste africano). Designa tipo de penteado muito em moda nos últimos tempos no Brasil.
 
 
A influência africana fez-se sentir também na área da fonética, combinada com a influência indígena, já que os especialistas têm dificuldade de identificar a ação de cada uma separadamente. Essa influência operou-se principalmente no linguajar chamado “caipira”, utilizado pelos falantes da área rural com instrução formal pouca ou nenhuma. Assim, são atribuídas à influência afro-indígena formas como (está), mió (melhor), fulô (flor), muié (mulher), paiaço (palhaço), cosca (cócega), memo (mesmo), aquerditá (acreditar), num (não), andano (andando), etc. Entretanto, algumas dessas formas podem ter-se originado do próprio português lusitano na época da colonização. Várias palavras africanas penetraram também no português europeu, mas a influência aqui foi sem dúvida maior.

A África na ponta da língua

Poucos sabem, mas além de roupas, músicas e comidas, podemos destacar também a presença afro-brasileira na nossa língua, de proveniência africana temos as seguintes palavras: cachaça, moleque, quindim, jiló, macumba, marimbondo, cochilo, tanga, samba, maxixe, zabumba, acarajé, carimbó, canjica, etc. Também se destacam nomes como: Jurema, Iuri, Joaquim, Jusefa, etc. 

Não podemos nos esquecer da importância que trouxeram na alimentação: paçoca, vatapá, bobó, feijão mulatinho, dendê, inhame e aipim.

Influencia da Moda Africana

A África é tradicionalmente conhecida por diversos estilos de trajes e ornamentação pessoal. Mediante o passar do tempo, a “moda africana” evoluiu.

Trajes decorados, cores vibrantes, vestidos longos são tocantes no que se diz a moda africana, entretanto é bom ressaltar que tais estilos estão sujeitos as tendências da moda.Alguns julgam a moda africana como estranha, no entanto ela é modesta e atende as exigências de seus consumidores dentro e fora do continente africano.

O Brasil tem muitas etnias influentes e uma delas é a negra. Os negros vindos de varias partes da África trouxeram junto a si seus costumes, sua cultura e sua moda que foi evoluindo com o passar do tempo e se moldando na cultura brasileira que ainda estava em formação. No entanto tais costumes completaram o que chamamos hoje de cultura brasileira.

Os jovens brasileiros, procurando um estilo diferente, têm optado em seguir a moda africana usando torços, Chapéus, batas, etc. Na Bahia esta tendência estar em alta, não é nada difícil sair ao centro da cidade e ver mulheres com tranças de fibras e homens com camisas ( na verdade batas ) mais longas decotada na região dos seios, torços e pinturas mais fortes também são comuns.

Vestuário africano atualmente:

As influências africanas na sociedade de um modo geral podem ser notadas em diversos aspectos como já foi apresentado. Um deste é o vestuário, em alguns momentos podem não ser notados no nosso dia a dia, mas existem diversos exemplos disso, como vestidos coloridos, calças largas, batas, pano da costa e sandália de couro, o vestuário africano se destaca pelas cores alegres e marcantes e, não é de admirar que, em anos recentes, o estilo afro se tornou uma das correntes da moda.

Uma das figuras que se remete a África é a Baiana do Acarajé, que chama atenção principalmente pelas suas vestimentas, originada de um estilo de roupa do tempo colonial chamado Traje de Crioula, conhecida pelas saias longas e bijuterias, isso, pois não tinham condições de comprar vestidos e joias, sendo um traje utilizado principalmente em dias de comemoração.

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